segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Mostra Cultural 2014 - Criatividade e Criticidade




No sábado, 27 de setembro, foi realizada a mostra de trabalhos da EMEF Des. Achilles de Oliveira Ribeiro, que contou com nove  salas de exposição e três salas temáticas. Os trabalhos expostos foram executados através de projetos envolvendo todas as turmas da escola.

         Uma das exposições mais concorridas foi a mostra sobre a ditadura militar, representativa do projeto Imagens e Mensagens coordenado pelos professores de História e da Sala de Leitura, com colaboração dos outros professores das turmas de 9º ano.

         Além das salas de exposição, ocorreram apresentações de dança orientadas pelos professores Wagner, Maria Lúcia, Flávia e Sônia.

         A comunidade esteve presente e pôde apreciar o trabalho desenvolvido pelos professores e alunos da escola. Na data, também contamos com as visitas das senhoras  Keiko – Supervisora – e Maria de Jesus – formadora de DOT-P da DRE São Mateus.

         Agradecemos a toda equipe escolar pelo sucesso de nossa Mostra Cultural.
 
 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Festa Junina : Diversão Garantida

Por Ester Messias (8° ano C)
Após participar do evento “Festa Junina” que as professoras Nágila (Sala de Leitura) e Neuza (História) organizaram no dia 01 de agosto de 2014, recebi  uma oportunidade de relatar como foi a experiência. Me senti  lisonjeada por  poder  fazer  a alegria daquelas crianças tão lindas! Ver aqueles rostinhos soou como um convite para que eu as puxasse para dançar. Fazer com que eles pudessem ter uma manhã divertida e diferente, foi ótimo. Via como elas se sentiam, como se estivessem em casa brincando, ou até mesmo em um parque com escorregador, balanço e gangorra. Uma sensação não tão comum hoje em dia. Na festa havia comidas, músicas, uma decoração bem agradável e bem colocada, feita por nós, mediadores da Sala De Leitura EMEF da Achilles.

Surpreendeu-me como os mediadores também se sentiam. Pareciam ter 6, 7 anos como as crianças, brincando, correndo, e até mesmo cavalgando com seus pequenos parceiros. Sorrisos inocentes, que jamais podem ser substituídos. Outra coisa muito interessante que eu percebi foi que nós, mediadores, também temos (ainda) nosso lado criança, um lado que em momentos como este, divertidos e alegres, aparece! E que por sinal é muito bom. Porque afinal , rir, correr e até cavalgar, não é chato. Às vezes precisamos sair um pouco desse pensamento: - “Já tenho tal idade e não posso e não preciso fazer isso.” E se fizer? Qual o problema? Afinal todos, isso mesmo, todos temos, pelo menos um pouco, um ladinho criança, certo? Interagir com as crianças, foi a melhor opção que poderíamos ter tido.

À tarde, fiquei surpreendida, como o pessoal dos  5ºs,  7°s, 8°s e 9°s anos estavam animados,  “agitaram” a  festa com a ajuda das músicas que o professor Willian Sartório, tocou ao longo das festas! Outra coisa que gostei foi que não ligaram se alguém estava rindo ou achando que estavam doidos, estavam apenas querendo se divertir com seus amigos, em uma tarde quente. É prazeroso e não vergonhoso. Digo isso de mim mesma. Tocaram músicas que agitavam cada vez mais os alunos e professores! Foi (também) uma ótima forma de tirar aquela vergonha que alguns estavam sentindo.

Umas das coisas que mais gostei foi o Correio Elegante,  com quadrinhas,  que os alunos e mediadores da Sala De Leitura da EMEF Achilles proporcionaram para nós! Com o Correio nós nos sentimos mais livres e mais confortáveis para expressar nossos sentimentos, tanto de amizade, quando até um sentimento maior! Todos se sentiram literalmente  mais à vontade de falar o que sentem. Eu particularmente adorei a ideia! Tanto alunos mandaram para alunos, como alunos para professores! Isso foi uma ótima forma de aproximar e também de fazer as pessoas  se sentirem à vontade ao falar de seus sentimentos!

A atração principal, que também fez muito sucesso, foi a Quadrilha, ensaiada pela professora Lúcia (Educação Física)! Tive a sensação de estar mesmo em uma roda de quadrilha no Nordeste ou em outros lugares. Foi uma dança tão atrativa, que envolveu alunos que vieram ver a apresentação e para a festa, e também os professores que estavam se divertindo muito! Ambos se soltaram e adoraram. Senti-me muito bem, olhei para meus colegas e professores e percebi que participar desde evento que mexeu com toda escola foi a melhor escolha entre “sim" e "não”.  Essa experiência foi muito boa, e garanto que meus parceiros de mediação também estão satisfeitos com essa grande festa!



Veja mais fotos abaixo:

domingo, 3 de agosto de 2014

MEMORIAL DA RESISTÊNCIA: CONHECER A HISTÓRIA PARA NÃO REPETI-LA

No 3º bimestre de 2014, está sendo desenvolvido um projeto interdisciplinar com o tema, a "Ditadura Militar no Brasil", articulando a Sala de Leitura com os professores de História do 9º ano - Neuza Carvalho, Willian Sartório e Carol Sevilha. Uma das ações previstas foi a participação de cerca de 80 alunos dos 9ºs anos em  uma visita monitorada ao Memorial da Resistência, nos dias 30 e 31/07/2014.
"O Memorial da Resistência de São Paulo é uma instituição dedicada à preservação de referências das memórias da resistência e da repressão políticas do Brasil republicano (1889 à atualidade) por meio da musealização de parte do edifício que foi sede, durante o período de 1940 a 1983, do Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo – Deops/SP, uma das polícias políticas mais truculentas do país, principalmente durante o regime militar." (fonte: http://www.memorialdaresistenciasp.org.br)
O relato da visita e o seu impacto na formação desses jovens foi feito pelo aluno Roberto Taroco (9º ano B), que pode ser lido abaixo.

VISITA AO MEMORIAL DA RESISTÊNCIA

por Roberto Taroco

No dia 30/07/2014, nós, alunos dos 9º anos da EMEF Achilles, fomos até o Memorial da Resistência, onde durante a Ditadura Militar funcionava o DEOPS, e foi de longe, uma atividade muito diferente.
Uma das melhores partes de ter ido lá, foi poder saber um pouco mais sobre como funcionavam as prisões políticas e principalmente o que acontecia com quem ia contra a forma de governo durante os regimes ditatoriais.
O espaço lá é muito bacana, nós fomos muito bem recebidos.
Logo na entrada, havia uma exposição sobre futebol (sempre ficam lá exposições temporárias), já que poucos dias atrás havia acabado a Copa do Mundo; mas não era apenas uma exposição sobre futebol de forma geral não, ela abrangia uma parte mais esquecida desse esporte, a sua ligação com a política. E não só agora. Muito pelo contrário, havia textos e informações sobre como funcionava o futebol na época do Regime Militar e também havia algumas informações dos dias de hoje, mas é claro, relacionados à política.
No centro, tinha uma televisão com alguns ex-esportistas ou pessoas relacionadas com futebol da época, dando detalhes de como funcionavam os jogos, como era a torcida, o que ocorria nos bastidores dos jogos, e como era importante esse esporte para o Brasil.Um dos relatos até dizia que quando alguém era exilado, era quase uma tortura ficar sem futebol, como no caso de um dos homens do vídeo, que foi exilado em Cuba, e lá sequer se ouvia falar nesse esporte.
Não demoramos muito na exposição, até porque, não estávamos lá para isso. Nos dividimos em dois grupos, e então as nossas guias seguiram com os grupos para lugares diferentes, mas no final todos vimos as mesmas partes.
Na primeira sala havia uma maquete de como funcionou a delegacia, mas o mais interessante dessa maquete, é que ela estava incompleta, não por erro, mas propositalmente; ela foi feita com relatos de ex-presos de lá, e procurava ser o mais fiel possível com o que eles viam, não era muito, até porque eles não saiam de suas celas para nada além do banho de sol ou serem interrogados e torturados.
Havia lá também, uma linha do tempo, que foi o que mais me chamou a atenção na sala (aposto que não só a minha, mas a de todos também). Ela fazia uma ligação entre os fatos políticos que aconteciam no Brasil, com os mandatos, a ditadura, e também com o que acontecia no exterior, mostrando se isso afetava de alguma forma nosso país.
Após isso, fomos ver a parte das celas e, como era de se esperar, onde surgiam as mais diversas dúvidas, mas a maioria podia ser respondida com os textos que havia nas paredes, que eram curtos, mas diziam muita coisa, pois eram de quem já ficou preso lá. Coisas como ''Usaram meus filhos contra mim''; ''Ficavam aqui até 18 pessoas''; ''Ficávamos até 150 dias sem tomar banho''; ou ''A tortura começava com o barulhinho da chave na porta''; eram as frases que mais chamavam a atenção, e eram as mais impactantes também.


Fomos no corredor onde havia o banho de sol dos presos, e onde também diziam que se tramavam os planos para ninguém entregar o outro na tortura, e coisas do tipo. Um corredor não muito grande para o número de pessoas que havia lá, e de certa forma, era tão ruim quanto uma cela.


Mas a ''pior'' parte, sem dúvida foi na última cela, onde haviam os fones, e no centro, tinha uma flor, um tanto quanto fora do convencional, pois era um cravo vermelho. Na sala, podia-se ouvir relatos de ex-presos, que contavam como era a vida lá, e acho que a parte que mais marcou a visita, foi poder ver os diferentes rostos ouvindo as vozes (muitas vezes com tom emocionado, ou desgastadas) e as diversas formas de como os outros alunos pareciam encarar isso, de como funcionava a solidariedade lá dentro, da função simbólica e poética do cravo e das perdas que aconteciam, sem poderem nem sequer ser questionadas.


De uma forma geral, foi sensacional, porque além da ótima explicação das guias, nós escutamos relatos de quem viveu aquela época e já foi preso, e isso é melhor que qualquer explicação que possa ser dada.



Relatos que a maioria ali que ouviu não vai esquecer e, com certeza, começará a olhar de outra forma para o que acontecia naquela época.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

PROJETO HYPERLINK 2014*: A SOLIDÃO URBANA NAS FOTOGRAFIAS DE FÁBIO ASTOLPHO

Foto: Fábio Astolpho


Por Giovana Bastos (9º ano B)

O Projeto Hyperlink 2014 foi uma agradável experiência. O objetivo era fazer os 40 alunos envolvidos se interessarem pela fotografia e pela poesia inserida nela.

Na quinta-feira ( 29 de maio), os educadores do Museu da Imagem e do Som vieram à nossa escola e nos mostraram que tirar uma foto não é apenas apertar um botão. Apresentando-nos diferentes trabalhos de fotógrafos, nos ensinaram que dá para contar histórias e compartilhar sentimentos através das fotos. O último dos fotógrafos exibidos foi Fábio Astolpho, mas ao invés de suas fotos, havia apenas um texto descrevendo o trabalho dele.

E então a gincana começou.

Dividiram-nos em grupos e entregaram uma câmera para cada um. A ideia era percorremos a escola, imaginando como seriam as fotos de Fábio e tentando reproduzir a sua essência.
Lá fomos nós e os resultados foram muito bons! Fotos sensíveis que buscavam mostrar  o sentimento de solidão do ser humano, a solidão urbana. Cada grupo escolheu três fotos para representá-los e assim a gincana acabou.

No dia seguinte (30 de maio), fomos até o MIS, ver a exposição Happy Mountain, do Fábio, e ver se as nossas fotos haviam ficado minimamente parecidas com as dele.

Os educadores organizaram um jogo, no qual metade do grupo fingia ser o artista, e a outra metade, a crítica. Nessa brincadeira, analisamos bem a exposição do artista, expressamos nossas dúvidas e começamos a escolher o que perguntaríamos a ele no encontro. Por que algumas fotos são coloridas e outras não? Por que nessa foto aparecem pessoas e nessa aqui não? Por que fazer um trabalho sobre solidão? Por que relacionar fotografia e poesia?

Guardamos nossas perguntas durante as férias, e no sábado (19 de julho), finalmente fomos encontrá-lo. Ansiosos, entramos na sala; acompanhados da outra escola no projeto. Fábio desde o início foi atencioso e bem-humorado. Todos os alunos de ambas as escolas tiveram liberdade de perguntar o que quisessem, e de um modo bem descontraído e divertido, ficamos sabendo mais sobre o trabalho e sobre o próprio Fábio Astolpho.

Ele nos mostrou suas influências; discutimos sobre a exposição Happy Mountain, sobre o que a exposição falava e o que as pessoas que a viam sentiam. Conversamos sobre a solidão explícita na obra e ele nos contou bastante sobre como foi tirar as fotos.

Mostramos nossas próprias e ele então deu sua opinião de cada uma delas. Foram duas horas agradáveis que passaram incrivelmente rápido. No final, ele sorteou alguns livros e ainda distribuiu autógrafos a cada um de nós. Conhecer um fotógrafo/publicitário, conhecer alguém com um olhar sensível e fotos criativas foi algo importante.

Uma experiência realmente prazerosa.



* O Projeto Hyperlink foi realizado  entre maio de julho de 2014, numa parceria do Educativo MIS com as escolas EMEF Des. Achilles de Oliveira Ribeiro e EE Professor Milton Cernach.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Histórias em Quadrinhos (HQ) no Museu e na Escola

Por Lucas Pereira e Guilherme Renan da Silva


Os mediadores Lucas e Guilherme (à esquerda) acompanham e participam da Oficina de HQ

Museu da Língua Portuguesa realiza Oficina de Histórias em Quadrinhos para os alunos do 7º ano


Nos dias 15 e 17 de abril, os alunos do 7º ano participaram de uma Oficina de Histórias em Quadrinhos oferecida pelo Educativo do Museu da Língua Portuguesa. Ao todo, 80 alunos puderam conversar com as educadoras Vivian e Patrícia sobre Histórias em Quadrinhos (HQ) e participar de atividades de criação e adaptação de tirinhas, além de uma rápida visita à Exposição Narrativas Poéticas. A Oficina foi elaborada especialmente para os alunos da EMEF Achilles, como parte de um projeto interdisciplinar desenvolvido pelas Professoras Mirtes (Português), Nágila (Sala de Leitura) e pelo Professor Elias (Artes).
A experiência de um passeio escolar para um local que existe há décadas foi ótimo para os alunos dos 7ºs anos.Os alunos só falaram bem em relação ao Museu e aos educadores e gostariam de participar novamente desse tipo de atividade. A oficina foi o que mais chamou a atenção, pois não tinham  vivenciado essa nova experiência de estar em um lugar diferente. As educadoras também ajudaram muito, pois souberam ouvir e atender a todos os pedidos, o que foi muito legal para os alunos porque se sentiram livres para opinar e sair da rotina da sala de aula. Parte dos alunos voltou ao Museu no dia 06 de junho, para fazer uma visita educativa e vivenciar novas formas de artes, músicas, entre outras. Para eles, o Museu da Língua Portuguesa está de parabéns por seu desempenho e por recebê-los de braços abertos.

A experiência dos Mágicos da Leitura como monitores da visita educativa


A visita de 17 de abril foi acompanhada por nós, Mágicos da Leitura (Jovens Mediadores de Leitura), Lucas e Guilherme. Os alunos entrevistados nos disseram que na hora da entrada ficaram fascinados com a estrutura do Museu. Então, explicamos  um pouco da história do museu, do mesmo jeito  como nos disseram quando visitamos pela primeira vez. O prédio foi construído para ser uma estação de trem, que existe até hoje: a Estação da Luz.  Foi proposto o desafio: se eles conseguiriam achar a data em que o prédio foi inaugurado. Muitos não conseguiram, mas depois mostramos para todos  onde estava a data. Foi uma ótima sensação de todos estarem prestando atenção não só na gente, mas nos educadores também. Mas se já sabiam o ano, eles queriam saber um pouco sobre a história do Museu. Falamos que na verdade o prédio não foi inaugurado em 1900 como estava em volta do relógio, porém  em 1901 por causa de um incêndio. Já que a data estava feita, deixaram desse jeito, pois ficaria mais trabalhoso refazê-la. No caminho de volta para a escola, fizemos mais e mais perguntas, mas não era preciso: os alunos já estavam comentando várias coisas sobre como gostaram do passeio. Uns diziam que queriam ir novamente, outros falaram que a melhor parte do Museu era a oficina. No entanto, o mais comentado era o ótimo desempenho das educadoras, o bom desempenho dos mediadores e até falavam que lá é um perfeito lugar para encontrar amigos.

Veja abaixo um resumo com as fotos da Oficina.


terça-feira, 10 de junho de 2014

Primeiros passos para a pesquisa: História do Brasil apresentada pelo 5º ano

No segundo bimestre de 2014, o Professor Wagner - 5º ano B - discutiu com seus alunos o Brasil do Século XIX. O professor propôs aos pequenos que pesquisassem sobre alguns dos temas desse período da História e fizessem uma apresentação à turma, dando os primeiros passos para as apresentações orais, como seminários e a futura apresentação do TCA, no 9º ano. O resultado o deixou tão entusiasmado que solicitou o apoio da POSL Nágila para registrar em vídeo algumas das apresentações.
São essas que podem ser visualizadas nos links abaixo. Não deixem de assistir e prestigiar o esforço e desenvoltura desses alunos que estão iniciando seu percurso na pesquisa.


Carlota Joaquina
Giovana e Rafaela apresentaram duas visões sobre essa personagem tão discutida da Família Real Brasileira (incluindo uma canção e uma coreografia especialmente elaboradas para essa apresentação).
 




Escravidão no Brasil
Ícaro falou resumidamente sobre o fim da Escravidão no Brasil: a força dos Quilombos, a pressão pela legislação abolicionista e a falta de políticas de apoio aos negros após a abolição. Por fim, esclareceu porque os grupos afrodescentes não consideram o 13 de maio como a data símbolo do fim da escravidão em nosso país.




O Café
Erick e Bruno relataram a história do café no Brasil, desde a sua chegada ao país, as regiões mais adequadas ao seu cultivo e o estímulo à construção das ferrovias.




quinta-feira, 29 de maio de 2014

CET realiza atividades em parceria com a EMEF Achilles


No mês de maio, a CET preparou um conjunto de medidas com o objetivo de melhorar as condições de mobilidade e segurança no trânsito da região do Jd. IV Centenário.

Os técnicos analisaram todo o sistema viário local, para promover:

- a implantação de sinalização horizontal e vertical necessárias, ou a troca e repintura das mesmas;
- implantação ou revitalização dos semáforos;
- melhoria das condições de embarque e desembarque de escolares nas escolas locais;
- implantação ou repintura de faixas de travessia;
- ações de educação de trânsito;
- atendimento direto à população, em nossa Estação Móvel.

E ações de tapa-buraco, varrição e outras medidas, em conjunto com a Subprefeitura e outros órgãos municipais.

A EMEF Achilles participou das ações desenvolvidas pela CET na região com duas atividades, realizadas nos dias 20 e 21 de maio de 2014.

Os alunos de 5ºs anos participaram de um bate-papo sobre o trânsito, pelo Projeto Operador na Escola. A atividade lúdica interativa foi realizada por agentes de trânsito (marronzinhos), com orientações sobre o comportamento seguro da criança na circulação e travessia, em consonância ao Programa de Proteção ao Pedestre.




Já as turmas de 9º ano fizeram uma “Caminhada da Cidadania”, no dia 20/05, pelo entorno da escola. Os alunos observaram e registraram as condições das calçadas e das vias públicas, além de refletir sobre as atitudes de pedestres e motoristas. Essa atividade está incluída nos projetos que estão sendo desenvolvidos para os TCA´s, pois permitiu aos alunos um olhar qualificado sobre sua comunidade a partir da perspectiva do trânsito e dos equipamentos sociais disponíveis.

Para saber qual a percepção dos alunos sobre as condições de mobilidade e segurança no trânsito do Jd. IV Centenário, leia o relato de observação elaborado por um dos grupos dos 9ºs anos.

EMEF “DES. ACHILLES DE OLIVEIRA RIBEIRO” – DRE SÃO MATEUS
CAMINHADA DA CIDADANIA
DATA DO EVENTO: 20/05/2014

RELATO DE OBSERVAÇÃO:


            Há falta de condições para andar sobre as calçadas do bairro Jd. IV Centenário pelo fato de possuir mato, entulho, fezes de animais, o mau cheiro que nos incomoda. Os aparelhos de exercícios das praças estão em más condições. Encontramos alguns fios soltos pelas ruas, gerando risco aos cidadãos. As escolas estão sendo vandalizadas com pichações, cercas quebradas e caídas, assim como em algumas casas e comércio.


         Notamos que há falta de semáforos, muita poluição sonora, pouca sinalização para veículos e pedestres e falta de faixas de segurança: algumas placas estão derrubadas, algumas travessas sem semáforo, outras placas com os nomes de ruas em más condições.

         Todo cidadão tem direitos e deveres. As condições para pessoas deficientes são de baixa qualidade (...) as calçadas esburacadas, entulhos e com relevo entre uma e outra. Também há dificuldade de as pessoas atravessarem as ruas.

         Assim como os motoristas cometem erros, os pedestres também. Eles não respeitam os semáforo e a faixa, atravessam em qualquer local sem olhar ou respeitar os veículos. O espaço não é apropriado, as calçadas não estão adequadas aos pedestres e também a deficientes visuais ou físicos, já que não há segurança para eles.








         As sinalizações das vias estão apagadas, muitas vezes os motoristas não respeitam os pedestres nem mesmo outros motoristas; ocupam grande parte das vias e às vezes estacionam em locais impróprios.

         Os ciclistas têm sua passagem obstruída pelos carros, algumas caçambas de lixo (...) E não usam equipamentos devidos ou são utilizados em péssimas condições. Muitas vezes passam desesperadamente sem respeitar sinalizações nem os pedestres, parecem não ter medo de morrer pela falta de proteção e comportamentos inadequados dos motociclistas. Estes geralmente são os acidentados nas vias pela falta de cuidado com a segurança.

         É preciso mudar a forma de conviver com o outro, acabar com a desigualdade, ter mais solidariedade, preservação da cidade, espaço público mais adequado, mais segurança, menos poluição nas ruas, melhoria da saúde e na educação, ou seja, ter um país mais justo e uma população consciente do que está cometendo.


Alunos: Júlia Beatriz Santos Sobrinho, Larissa dos Santos, Ingrid dos Santos, Jaine Sousa de Almeida, Sarah Eduarda M. Egídio, Patrick Xavier Cury, Igor Zilli de Lima, Milene dos Santos e Bárbara Aparecida L. Conti– 9º ano B.

sábado, 12 de abril de 2014

Jovens Mediadores participam da abertura da Primavera dos Livros 2014

Mediadores de Leitura da EMEF Desembargador Achilles de Oliveira Ribeiro, recitam poemas para os participantes do evento de assinatura da portaria intersecratarial para instituição do Grupo de Trabalho que vai discutir e criar o Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PMLLLB). (Fonte:https://www.facebook.com/EscolaSP?fref=ts) 

Os jovens Mediadores de Leitura da EMEF Achilles participaram da cerimônia de abertura da Primavera dos Livros 2014  e da assinatura do protocolo do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PMLLLB), na manhã da última quinta-feira (10/04/2014), no auditório da Biblioteca Mário de Andrade. 

Jovens Mediadores... 

Esteffany Belarmino, Gabriela Linipher, Guilherme Silva e Raul Dias representaram seus colegas mediadores no evento, oferecendo a leitura de poemas durante o coquetel, no terraço, e no encerramento da cerimônia, no palco. Também esteve presente a Imprensa Jovem da EMEF Cláudio Manuel da Costa (DRE-São Mateus), registrando todo o evento. 




....atuando durante o coquetel.





















Organizada há 10 anos pela Libre (Liga Brasileira de Editores), a Primavera dos Livros 2014 foi inaugurada oficialmente no dia 10 de abril. O evento marcou também a assinatura da portaria intersecratarial para instituição do Grupo de Trabalho que vai discutir e criar o Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PMLLLB).  Segundo seus organizadores, a Primavera dos Livros é um evento em prol da bibliodiversidade e da edição independente. O evento acontece de 10 a 14 de abril nos jardins da Praça Dom José Gaspar, no centro de São Paulo. A programação conta com diversas atividades, palestras, debates, lançamentos de livros, entre outras ações especiais e interativas. Este ano a Primavera dos Livros de São Paulo homenageará a literatura da periferia com a presença de mais de 15 coletivos de cultura da periferia de São Paulo. A entrada é franca e as editoras fornecerão até 50% de desconto nas vendas.

Para acompanhar as informações sobre o PMLLLB, acesse aqui a página do Grupo de Trabalho, no Facebook.

Gabriela, Esteffany, Guilherme e Raul: mediadores de leitura da EMEF Achilles representando seus colegas.
A participação em um evento tão importante para os livros e a leitura na cidade de São Paulo será, sem dúvida, uma experiência inesquecível para esses jovens.




sexta-feira, 11 de abril de 2014

Uma experiência com Bowie

Giovana Bastos, aluna do 9º ano, já era uma grande fã de David Bowie antes mesmo de participar da visita educativa à Exposição David Bowie, no MIS, no último mês de março. No texto abaixo, ela relata essa experiência marcante e a sensação de estar tão próxima de objetos, instrumentos e figurinos que marcaram a história de seu ídolo e da música. 


Giovana e seu ídolo
Eu cresci ouvindo músicas como Five Years, As the world falls down e Starman, mas só aos 10 anos descobri quem as cantava. Na hora, me encantei com David Bowie: a voz, a fisionomia, o jeito de agir no palco; tudo me agradou. Lembro que em 2012 houve um especial sobre ele na MTV e, a cada música, a cada clipe, eu me sentia mais fã.

O projeto e a exposição me deixaram agitada! Foi muito legal ver o pessoal interagindo com o Glam Rock, com esse artista que é diferente do que a nossa geração está acostumada, mas que ao mesmo tempo influenciou tantos novo talentos da música. Como se não bastasse cantar (e bem, por sinal), Bowie atua, pinta, dança... David Bowie incentiva as pessoas a ser quem quiserem, a fazer o que quiserem. Ele nos inspira a ter liberdade, amor próprio e confiança.

Foi torturante estar tão perto dos figurinos, das letras das músicas que eu tanto gosto, das partituras musicais, e não poder tocar em nada. Foi maravilhoso poder entender um pouco da evolução da carreira dele, poder ver em quem ele se inspirava.

Confesso que fiquei com lágrimas nos olhos na parte final. Uma telona de 360º ao meu redor, e para onde quer que eu olhasse, havia um Bowie cantando Rock´n´Roll Suicide para mim!

Foi uma ocasião única!!! Agradeço a seja lá quem for que tenha trazido a exposição para o Brasil.

Não poderia ter sido melhor.

Bom... só se o próprio David Bowie estivesse lá mesmo.

Giovana Bastos Oliveira (9º ano B)


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Para ver, ouvir e aplaudir: David Bowie!





No mês de março, o Camaleão do Rock ocupou os espaços na EMEF Achilles. Como preparação para a visita à Exposição David Bowie, no Museu da Imagem e do Som (MIS), os alunos de 8º e 9º anos pesquisaram sobre a vida e a obra do grande artista britânico, conhecido por seus múltiplos talentos e pela capacidade de estar sempre em transformação, criando e influenciando os estilos tanto da música como da moda. 
 
Em mais de 40 anos de carreira, Bowie incorporou no palco o andrógino alienígena Ziggy Stardust (1972-1973) e o elegante Thin White Duke (1976-1979), passeou pelo rock, pelos sons eletrônicos, pelo soul e pelo pop, interpretou personagens marcantes no cinema (Labirinto, Furyo, Fome de Viver), fez parcerias (Lou Reed, Iggy Pop, John Lennon, Freddy Mercury) e influenciou outros artistas (Lady Gaga, Nirvana). 
 

Depois de 10 anos de silêncio e reclusão, Bowie voltou à cena musical com o álbum Next Day (2013), um pouco antes da inauguração da Exposição "David Bowie is", em Londres, a mesma que chegou ao MIS em janeiro de 2014. Para conhecer melhor essa referência da música, da moda e do cinema, os alunos se envolveram em pesquisas dos temas "Glam Rock", "Músico", "Parcerias", "Filmes", "Figurinos e Maquiagem" e "Álbuns". Parte dos resultados pode ser conferida nas fotos abaixo.

Raul dubla Bowie como Ziggy Stardust, com "Rebel, Rebel"...


...e como o Thin White Duke, com "Heroes".



 
Grupo do 9º ano apresentou David Bowie para a turma de 5º ano

A Exposição "David Bowie" permanece no MIS até 20 de abril.  O material produzido pelo Núcleo Educativo do Museu está disponível para download aqui.  É realmente imperdível!