sexta-feira, 7 de março de 2014

Uma aula de carnaval!

No dia  28 de fevereiro, os alunos do 1º ao 5º ano tiveram uma verdadeira aula de Carnaval. Os Mágicos da Leitura (os jovens mediadores da EMEF Achilles) animaram um alegre Baile. Não faltaram fantasias, máscaras, brincadeiras e marchinhas. Sob a batuta dos Mágicos, a meninada pulou, cantou e dançou.
 
 
 
 
 
 
 
 




 
 
Se você ainda não sabe como aproveitar o Carnaval, aprenda com este poema de Ricardo Azevedo e comece a se preparar para 2015!
 

Aula de Carnaval

 
 
Na aula de carnaval
A regra é ter alegria
A norma é rir todo dia
A ordem é festa e folia
 
Na aula de carnaval
Não tem palco nem plateia
Todo mundo brinca junto
Que ser brincante é a ideia
 
Na aula de carnaval
O nobre vira mendigo
O pobre nada em dinheiro
Rico e pobre é tudo amigo
 
Na aula de carnaval
Homem usa sutiã
Mulher tem bigode e barba
Criança vira anciã
 
Na aula de carnaval
Marmanjo chupa chupeta
Sai de fralda e mamadeira
Com gravata-borboleta
 
Na aula de carnaval
O velho vira criança
Menino sai de bengala
Dentadura e aliança
 
Na aula de carnaval
A anta diz o sermão
Papagaio dá palestra
O burro ensina a lição
 
Na aula de carnaval
A invenção é um estudo
Criação vira exercício
Improviso está com tudo
 
Na aula de carnaval
Idade fica de lado
Tanto faz ser velho ou moço
O que importa é o rebolado
 
Na aula de carnaval
Quem está no alto desce
Quem está por baixo cresce
Quem está de fora aparece
 
Na aula de carnaval
Qualquer é sempre o tal
Cada qual tem seu espaço
Todo mundo é o maioral
 
Na aula de carnaval
Esperança é sempre à beça
Fim do mundo? Isso é conversa!
Tudo acaba e recomeça
 
Na aula de carnaval
A folia é uma pesquisa
A fantasia é uma prova
E a alegria organiza
 
Na aula de carnaval
Ninguém vive numa ilha
Toda gente é como irmão
E o mundo vira família
 
Na aula de carnaval
A poesia é coisa séria
Liberdade é documento
E o sonho é sempre matéria
 
 
 
(Almanaque Ática-Recreio. São Paulo: Ática, 2011)
 
 



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Exposição Cenários Urbanos 2013


 

Em março de 2013, os alunos das 8ªs séries da EMEF Achilles participaram de visitas educativas à exposição “Interlacing”, do artista chinês Ai Weiwei, no Museu da Imagem e do Som (MIS). Durante o trajeto, desde a primeira ida ao MIS, os alunos estavam participando do projeto de fotografias de cenários urbanos, sendo orientados a observar, fotografar e comparar as paisagens existentes no bairro onde moram e no entorno da escola, bem como aquelas encontradas em outras regiões da cidade, por onde passaram a caminho do museu. O objetivo era que desenvolvessem uma percepção das paisagens resultantes da urbanização sem planejamento, um olhar crítico sobre o espaço onde vivem. Para fundamentar essa observação qualificada das áreas da cidade, os professores realizaram atividades que envolviam a leitura de textos informativos, poéticos (poesia visual e canções) e de imagens (fotografias) sobre a cidade de São Paulo e outras paisagens, urbanas e naturais. Então, foram selecionadas algumas das fotografias tiradas pelos alunos, para as quais foram criadas legendas que, preferencialmente de forma poética, indicassem a reflexão dos jovens sobre esses cenários. O projeto foi finalizado com a elaboração dos cartazes com as fotografias e respectivas legendas, os quais foram expostos na Mostra Cultural da escola, realizada em setembro de 2013.

Veja abaixo algumas das fotografias e textos expostos.

 
 


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Se não é aguda, é crônica (2)

A palavra "crônica" tem origem no vocábulo grego "krhónos", que significa tempo. Para os antigos romanos, designava o gênero que fazia o registro de acontecimentos históricos, verídicos, na ordem em que aconteciam (ordem cronológica) sem pretender refletir sobre eles. A crônica contemporânea brasileira surgiu por volta do século XIX, também como registro jornalístico do cotidiano. Grandes escritores brasileiros da época, como José de Alencar e Machado de Assis, escreveram crônicas com um tom mais literário, o que acabou fazendo com que esse gênero, no Brasil, tivesse características próprias, com um olhar mais crítico sobre situações do dia a dia. Reflexão é também o que propõe a crônica que obteve a segunda colocação no Concurso de Crônicas realizado em 2013, com os alunos de 7ª série (8º ano), sob orientação da Profª Rosmeiry (Português). Ele está a seguir.
 

Da Terra do Nunca

 


Houve um roubo num navio ontem, no oceano Pacífico. Simples, comum, algo extremamente banal – e resolvido. Mas são poucas as pessoas que conhecem a verdade por trás de tudo.

O navio dos meliantes apareceu como por mágica. Uma coisa horrenda, com canhões na lateral, ancorado no mar como um monstro aquático esperando para dar o bote! Naquele navio estavam os protagonistas de nossos piores pesadelos: homens errantes, rudes e sanguinários - os homens do Capitão Gancho! Não se sabe como vieram para aquele pedaço de mar – talvez tenham sido expulsos da Terra do Nunca...

De uns tempos para cá, Capitão Gancho tem estado lelé da cuca, talvez seja sua idade. Sua sede de vingança não escasseou e Peter Pan continua sendo sua obsessão. O mais trágico de tudo é que o eterno menino cresceu: ele c-r-e-s-c-e-u!

Naquele dia o digníssimo Gancho estava no último estágio. Distante de sua terra, faminto e ouvindo um zumbido estranho em seus ouvidos; ele deu ordem para os homens atacarem o navio de carga, pensando ver um garoto flutuando a poucos centímetros do chão.

No final, tudo deu errado, claro! A decepção foi tanta que Gancho lançou-se ao mar, suicidando-se.

 

(2º lugar – Giovana Cristina Bastos Oliveira)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Se não é aguda, é crônica. (3)


A crônica caiu no gosto do leitor brasileiro desde que surgiu na nossa imprensa, há mais de 150 anos. Sérias ou engraças, as crônicas podem ser escritas de vários modos: ter um tom de poesia (prosa poética), de um comentário (crônica esportiva ou política), de um ensaio ou de uma narrativa.
O texto vencedor do Concurso de Crônicas do qual participaram os alunos das turmas de 7ª série (8º ano) em 2013 é uma narrativa engraçada que traz um ponto de vista muito interessante sobre a terceira idade. Divirta-se com a leitura.

A vovó bandida

Acordei aquela manhã com o despertar das 7 horas.
- Bom dia! – disse Mário, meu neto, enquanto lia as notícias naquela tal de internet.
- Bom dia, meu filho – respondi.
- Duvido! – exclamou ele.
- Duvida do que, rapaz? – perguntei.
- Aqui diz que estão acusando uma senhora por roubar  um aparelho celular... (risadas) Como se algo assim fosse possível – respondeu ele.
Olhei-o de maneira indignada: por que uma vovó não poderia realizar este crime como outra pessoa qualquer?
Passadas algumas horas, Mário já tinha ido para a faculdade.
Enquanto regava minhas flores, comentei com Dona Joana, a vizinha:
- Acredita nisso? Para essa juventude nós, senhoras, somos incapazes...
Espantada ela me disse:
- E o que pretende fazer a respeito, Dona Cidinha?
Eu ainda não possuía nada em mente, mas algo era certo, eu acharia alguma coisa. Anoitecera rápido naquele dia e assistindo a uma reportagem, surgiu-me a brilhante ideia: vou assaltar um banco. E assim provarei que sou capaz.
Comentei a ideia com Dona Joana que a adorou. Juntas  planejamos os detalhes. Tudo certo, o atentado seria no dia seguinte quando eu fosse receber a aposentadoria.
Ao amanhecer, acordei entusiasmada. Fui até o quarto, coloquei um cachecol, apanhei a bolsa e os óculos.
Chegando lá, um atendente muito desaforado me intima:
- A senhora é naquela fila ali ao lado; lá é o lugar de idosos, não vê a placa? Ela indica: ”fila preferencial.”
Nunca fui tão ofendida na vida, meu Deus do céu! Mas preferi evitar um escândalo já que intenção mesmo era passar despercebida.
Demorou cerca de 10 minutos para que eu fosse atendida. Por sorte era uma moça muito simpática e tudo corria bem.
- Posso ajudar?- perguntou ela, enquanto contava as notas da caixa registradora.
- Vim receber a aposentadoria.
- Ah, claro! Aqui estão dinheiro e o recibo. Queira assinar aqui, por favor.
O plano seguia bem e, assim como o combinado, Dona Joana surgiu no banco  às  10h15. Agimos como se não nos conhecêssemos. Então   ela se atirou no chão como se estivesse tendo um ataque cardíaco. Todos se assustaram, até que a atenção se manteve voltada para ela e, por descuido, a moça largou as notas em cima do balcão e eu as apanhei.
Levantei da cadeira e caminhei em direção à porta, mas, antes que Joana  se levantasse, um guarda me apontou:
- Parada aí, senhora!
- Si... sim, senhor... – gaguejei.
- Eu vi claramente a senhora roubando dinheiro da caixa registradora. A senhora está presa por roubo!
Desesperada e com medo de ser presa, tive que apelar:
- Meu Deus, este país está perdido... Como podem acusar uma vovó??? 

(1º lugar: Rafaela Gomes Mota)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Se não é aguda, é crônica.*

Fernando Sabino escreveu que "crônica é tudo o que o autor chama de crônica". Esse gênero tão apreciado pelos leitores brasileiros geralmente capta um flagrante do dia a dia e o apresenta ao leitor sob um olhar agudo e atento, que pode ser irônico, sério ou poético. Nascida como um texto para o registro dos acontecimentos históricos e verídicos, a crônica transita, hoje, entre a esfera jornalística e a literária.
As turmas de 8º ano (7ª série) se aprofundaram nas leituras e reflexões sobre a crônica brasileira, em que, por meio de um texto mais leve, são expressas as vivências e sentimentos próprios da cultura do nosso país. A partir disso, produziram seus próprios textos, sob orientação da Profª Rosmeiry (Português). Das produções, três foram premiadas e serão compartilhadas neste Blog.
Segue a primeira. Esperamos que apreciem...



 

A idosa

            Vovó Alice, uma idosa de 66 anos, tinha dois filhos – um casal, e dois netos - os dois da filha Joana . Casada por 35 anos com o Sr. Antônio, morava em São Paulo, zona norte, no Jardim Cloves. Uma mulher sempre educada, brincalhona, adorava crianças, mimava os netos e sempre apaixonada pelo marido.

            A vovó conheceu o vovô Antônio numa festa, namoraram por dois anos e aos 20 se casaram. Eles sempre bem de vida, com carro de luxo, casa bonita, caras roupas de marca e tudo de mais valor. Depois de um ano de casados, a vovó descobriu que o amor dela era metido  a assaltos a bancos, descobriu isso quando ele apareceu em casa com grande valor em dinheiro. Com isso, ela passou a investigar, ficaram em crise no casamento durante oito meses. Com o tempo, ela se acostumou e nunca se intrometeu no serviço dele. Criou os filhos que se formaram e, já casados, só ficaram ela e o marido na casa. Todos os finais de semana, eles tinham lugares diferentes para passear, tinham uma ótima vida.

            Numa madrugada de sábado, o vovô foi a um assalto. No processo desse crime, ele teve troca de tiros com a polícia e levou um no peito, não resistindo e morrendo aos seus 65 anos. Isso foi um choque para a família, mas a vovó não suportou foi outra perda muito forte, de suas condições ótimas de vida. Foi morar com a filha e o que a estava deixando viva eram seus netos.

            Passaram 10 meses, ela já não tinha o que fazer, mas logo teve uma ideia e disse para si mesma: “Vou assaltar um banco em homenagem a você, Toninho!”

            Passou um dia planejando o assalto e marcou para cometer a infração no nascer do sol, no banco Itaú, na travessa da Oriental. Então, em pleno dia  foi sozinha com um carro, cometeu o assalto, roubou 50 mil, mas a polícia foi acionada e conseguiram pegá-la. Foi presa, pegou 15 anos de pena. A família ficou chocada, mas com o tempo entenderam.

            Na prisão, ela estava feliz e falava: “Minha hora está chegando. Aí eu vou terminar a minha vida completa”.

            Faleceu após oito anos, foi enterrada ao lado do marido e, como ela dizia, ela fez a história e ficou conhecida como a “vovó bandida”.

MORAL: O amor não acaba nem após a morte. 

(3º lugar: Júlia Beatriz Santos Sobrinho)


* O título da postagem faz referência a resposta de Rubem Braga a um jornalista que lhe havia perguntado o que é crônica.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Contos em Cordel: uma maravilha de Concurso!



 
 
 
No segundo semestre de 2013, as professoras de Português do 7º ano (6ª série), Rosmeiry e Daniela, realizaram uma sequência de atividades sobre o gênero "cordel". A finalização foi um Concurso de Cordéis com adaptações de contos de fadas e contos maravilhosos clássicos. O Professor Elias (Artes) orientou os alunos na elaboração das ilustrações.
 
Quer saber o resultado? Então, leia abaixo os cordéis vencedores.
 
 
A GAROTA DA BOINA VERMELHA
 
Era uma vez...
Uma história já contada
De uma menina linda
Que não era encantada
Ela era bem valente
Nem  um pouco acovardada.
 
Certo dia em sua casa
Mamãe mandou entregar uma cesta
Não podia ir pela floresta
Ou encontraria uma besta
E isto ela repetia
Para que jamais se esqueça
 
Mas ela desobedeceu
Queria uma aventura
Porque seria como um bolo
Sem nenhuma cobertura
Mas aí ela descobre
Que a floresta era escura
 
Pela floresta afora
Ela foi bem sozinha
Levar aqueles doces
Para a vovozinha
E quando lá chegasse
Iria direto para a cozinha!
 
Estaria tudo muito calmo
Se não fosse por um homem
Parecia ser legal
Mas era um lobisomem
Tão amedrontador
Que todos dele se escondem.
 
Ela estava cega
Não havia percebido
Mas aquele homem
Era um tremendo sabido
Queria lhe comer
Aquele foragido!
 
Foi mais esperta
Pegou um atalho
Fugindo daquele lobo
Um grande paspalho
De olhos grandes
Poderia ser um espantalho.
 
Chegou à casa da vovó
Bateu à porta uma vez
E quando entrou
Ouviu a voz de holandês
Mas era só o caçador
Que uma fogueira fez.
 
Vovó estava estranha
Com uma voz diferente
Mas pode perceber
O lobo passou à frente
E  engoliu a vovozinha
Que estava tão carente.
 
E veio atrás da moça
Todo esfomeado
Jogou uma pedra nele
E ficou desmaiado
Chamou então o caçador
Para se livrar do malvado.
 
A vovó ele salvou
Estava assustada
Estava tão confusa
Não se lembrava de nada
E fez daquele dia
Ser para ela uma piada.
 
O lobo se deu mal
Teve o que merecia
Morreu de fome
Em uma floresta vazia
Nem sua mãe se orgulhava
Das coisas que ele fazia.
 
Hoje me arrependo
De minha mãe desobedecer
E toda vez que ela manda
Assim mesmo vou fazer
Tentando de tudo
Para cumprir  meu dever.
 
(1ª colocada: Giulia Cipriano – 6ª série A)
 
 
A BELA E A FERA
 
Um homem morava com sua filha
Uma moça bonita, seu nome era Bela
Quando voltava de uma viagem
Pegou no jardim uma flor amarela
Para sua filha querida
Que linda cor era aquela!.
 
Mas esta flor
Era do jardim da Fera
Que agarrou o pai de Bela e falou:
- Agora você fica preso até a primavera!
O pai de Bela disse: “Me solta, Fera!”
Mas a Fera respondeu: “Você já era.”
 
Com medo de deixar Bela sozinha
Ela pediu que a Fera soltasse o pai dela
A Fera falou: “Eu solto, mas você fica aqui.”
Bela aceitou o que Fera pediu a ela
A Fera deixou o  seu pai ir
E a moça viu-se sozinha com a Fera.
 
Passaram-se muitos anos...
Apesar de a Fera ser feia
Cuidava muito bem de Bela
O castelo ficou cheio de alegria
Após a vinda de Bela
Eles tinham grande harmonia.
 
Bela foi visitar seu pai
E quando voltou
Viu a Fera chorando muito
Ela lhe ajudou
Quando a Fera ia morrendo
Bela chorou...
 
Mas este choro
Era um choro de amor verdadeiro
E a Fera se transformou
Em um  príncipe herdeiro
Do reino em que Bela morava
Que foi amaldiçoado pelo feiticeiro.
 
Quem diria que  a Bela
E a Fera formariam no final
Do reino inteiro
O mais lindo casal
E sempre viverão
Um amor especial.
 
( 2ª colocada: Mariana Araújo – 6ª série A)
 
CINDERELA
 
 - Mas como é linda aquela menina!
Todos falavam
Mas nem sabiam o quanto ela sofria
Na casa dela todos a isolavam
Menos seu pai que amava Cinderela
Podiam brigar, mas no final se perdoavam.
 
 Aí eu te digo
O amor verdadeiro é assim
Pai e filha amigos
Até depois do fim
Tudo que estava errado, colocavam a culpa nela
Ela ignorava, pois um dia teria fim.
 
Certo dia, ela e suas irmãs foram chamadas para uma festa
Em que a nobreza ia comparecer
E Cinderela pensou:
-Minha chance de me satisfazer.
Mas logo ficou triste, não tinha roupa bonita
Sem chance de aparecer.
 
Na noite do baile
A menina estava triste
Vendo todos irem
Com os semblantes felizes
Então apareceu um ser e falou:
“Por que está triste?” – Então Cinderela disse:
 
 “Queria ir ao baile, mas não posso
Sou ignorada aqui em casa
Não posso sair para canto nenhum
Nem sequer dizer uma palavra”.
Então o ser diferente falou:
“Vim aqui para dar um jeito em tudo. Sou Laila.”
 
“O que você é minha, Laila?” – perguntou Cinderela
E então Laila respondeu:
“Sou sua fada madrinha!”  E continuou:
“Vá se vestir, Cinderela. Vai ter um baile, esqueceu? “
E Cinderela falou:
“Não tenho nada para vestir, sou ignorada, não compreendeu?”
 
Num passe de mágica
Tudo estava perfeito
E a fada madrinha
Deu mesmo um jeito
Só faltava uma coisa: ir ao baile
Encontrar o par perfeito e dar o 1º beijo.
 
É isso que há
De acontecer
Agora todos quietinhos
Vamos ver o que vai acontecer
Simplesmente tudo deu certo
Agora o fim vamos ver: o que há de ser.
 
No baile, Cinderela
Conheceu muitos  príncipes
Ficou com um homem guerreiro
Bonito e além de tudo bem simples
Ela não queria casar com príncipe
E sim uma pessoa honesta e simples.
 
Na vida dela tudo
Ocorreu bem
Depois que se casou
Viveu muito feliz também
Tudo de bonito e legal
Agora ela tem. 
 
Continuava se encontrando com seu pai
Não deixou de visitá-lo
Deu a ele muitos presentes
Um deles um calendário
Para anotar o dia em que viria
Ao encontro, visitá-lo.
 
Cinderela, é claro,
Viveu feliz para sempre
Está aí o que vocês queriam
Um lindo final de presente
O seu também chegará
Para mostrar seu sorriso contente.
 
(3ª colocada: Vanessa Manastella – 6ª série B)
 
RAPUNZEL
 
Rapunzel, bela jovem
De beleza natural
Foi trancada numa torre
Que pro príncipe foi fatal
Perdeu a visão do mundo
Foi como algo surreal
 
A bruxa descobriu
Um romance entre eles
Ela enfurecida
Jogou um feitiço neles
Nunca mais se veriam
Que tristeza para eles!
 
No meio do deserto
A princesa só cantava
E o príncipe perdido
Que apenas escutava
A princesa reconheceu
E com suas lágrimas o curava.
 
(4ªcolocada: Amanda Kaori Cavalcante – 6ª série C)
 
 
Não é mesmo uma maravilha de Concurso?!