segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Contos em Cordel: uma maravilha de Concurso!



 
 
 
No segundo semestre de 2013, as professoras de Português do 7º ano (6ª série), Rosmeiry e Daniela, realizaram uma sequência de atividades sobre o gênero "cordel". A finalização foi um Concurso de Cordéis com adaptações de contos de fadas e contos maravilhosos clássicos. O Professor Elias (Artes) orientou os alunos na elaboração das ilustrações.
 
Quer saber o resultado? Então, leia abaixo os cordéis vencedores.
 
 
A GAROTA DA BOINA VERMELHA
 
Era uma vez...
Uma história já contada
De uma menina linda
Que não era encantada
Ela era bem valente
Nem  um pouco acovardada.
 
Certo dia em sua casa
Mamãe mandou entregar uma cesta
Não podia ir pela floresta
Ou encontraria uma besta
E isto ela repetia
Para que jamais se esqueça
 
Mas ela desobedeceu
Queria uma aventura
Porque seria como um bolo
Sem nenhuma cobertura
Mas aí ela descobre
Que a floresta era escura
 
Pela floresta afora
Ela foi bem sozinha
Levar aqueles doces
Para a vovozinha
E quando lá chegasse
Iria direto para a cozinha!
 
Estaria tudo muito calmo
Se não fosse por um homem
Parecia ser legal
Mas era um lobisomem
Tão amedrontador
Que todos dele se escondem.
 
Ela estava cega
Não havia percebido
Mas aquele homem
Era um tremendo sabido
Queria lhe comer
Aquele foragido!
 
Foi mais esperta
Pegou um atalho
Fugindo daquele lobo
Um grande paspalho
De olhos grandes
Poderia ser um espantalho.
 
Chegou à casa da vovó
Bateu à porta uma vez
E quando entrou
Ouviu a voz de holandês
Mas era só o caçador
Que uma fogueira fez.
 
Vovó estava estranha
Com uma voz diferente
Mas pode perceber
O lobo passou à frente
E  engoliu a vovozinha
Que estava tão carente.
 
E veio atrás da moça
Todo esfomeado
Jogou uma pedra nele
E ficou desmaiado
Chamou então o caçador
Para se livrar do malvado.
 
A vovó ele salvou
Estava assustada
Estava tão confusa
Não se lembrava de nada
E fez daquele dia
Ser para ela uma piada.
 
O lobo se deu mal
Teve o que merecia
Morreu de fome
Em uma floresta vazia
Nem sua mãe se orgulhava
Das coisas que ele fazia.
 
Hoje me arrependo
De minha mãe desobedecer
E toda vez que ela manda
Assim mesmo vou fazer
Tentando de tudo
Para cumprir  meu dever.
 
(1ª colocada: Giulia Cipriano – 6ª série A)
 
 
A BELA E A FERA
 
Um homem morava com sua filha
Uma moça bonita, seu nome era Bela
Quando voltava de uma viagem
Pegou no jardim uma flor amarela
Para sua filha querida
Que linda cor era aquela!.
 
Mas esta flor
Era do jardim da Fera
Que agarrou o pai de Bela e falou:
- Agora você fica preso até a primavera!
O pai de Bela disse: “Me solta, Fera!”
Mas a Fera respondeu: “Você já era.”
 
Com medo de deixar Bela sozinha
Ela pediu que a Fera soltasse o pai dela
A Fera falou: “Eu solto, mas você fica aqui.”
Bela aceitou o que Fera pediu a ela
A Fera deixou o  seu pai ir
E a moça viu-se sozinha com a Fera.
 
Passaram-se muitos anos...
Apesar de a Fera ser feia
Cuidava muito bem de Bela
O castelo ficou cheio de alegria
Após a vinda de Bela
Eles tinham grande harmonia.
 
Bela foi visitar seu pai
E quando voltou
Viu a Fera chorando muito
Ela lhe ajudou
Quando a Fera ia morrendo
Bela chorou...
 
Mas este choro
Era um choro de amor verdadeiro
E a Fera se transformou
Em um  príncipe herdeiro
Do reino em que Bela morava
Que foi amaldiçoado pelo feiticeiro.
 
Quem diria que  a Bela
E a Fera formariam no final
Do reino inteiro
O mais lindo casal
E sempre viverão
Um amor especial.
 
( 2ª colocada: Mariana Araújo – 6ª série A)
 
CINDERELA
 
 - Mas como é linda aquela menina!
Todos falavam
Mas nem sabiam o quanto ela sofria
Na casa dela todos a isolavam
Menos seu pai que amava Cinderela
Podiam brigar, mas no final se perdoavam.
 
 Aí eu te digo
O amor verdadeiro é assim
Pai e filha amigos
Até depois do fim
Tudo que estava errado, colocavam a culpa nela
Ela ignorava, pois um dia teria fim.
 
Certo dia, ela e suas irmãs foram chamadas para uma festa
Em que a nobreza ia comparecer
E Cinderela pensou:
-Minha chance de me satisfazer.
Mas logo ficou triste, não tinha roupa bonita
Sem chance de aparecer.
 
Na noite do baile
A menina estava triste
Vendo todos irem
Com os semblantes felizes
Então apareceu um ser e falou:
“Por que está triste?” – Então Cinderela disse:
 
 “Queria ir ao baile, mas não posso
Sou ignorada aqui em casa
Não posso sair para canto nenhum
Nem sequer dizer uma palavra”.
Então o ser diferente falou:
“Vim aqui para dar um jeito em tudo. Sou Laila.”
 
“O que você é minha, Laila?” – perguntou Cinderela
E então Laila respondeu:
“Sou sua fada madrinha!”  E continuou:
“Vá se vestir, Cinderela. Vai ter um baile, esqueceu? “
E Cinderela falou:
“Não tenho nada para vestir, sou ignorada, não compreendeu?”
 
Num passe de mágica
Tudo estava perfeito
E a fada madrinha
Deu mesmo um jeito
Só faltava uma coisa: ir ao baile
Encontrar o par perfeito e dar o 1º beijo.
 
É isso que há
De acontecer
Agora todos quietinhos
Vamos ver o que vai acontecer
Simplesmente tudo deu certo
Agora o fim vamos ver: o que há de ser.
 
No baile, Cinderela
Conheceu muitos  príncipes
Ficou com um homem guerreiro
Bonito e além de tudo bem simples
Ela não queria casar com príncipe
E sim uma pessoa honesta e simples.
 
Na vida dela tudo
Ocorreu bem
Depois que se casou
Viveu muito feliz também
Tudo de bonito e legal
Agora ela tem. 
 
Continuava se encontrando com seu pai
Não deixou de visitá-lo
Deu a ele muitos presentes
Um deles um calendário
Para anotar o dia em que viria
Ao encontro, visitá-lo.
 
Cinderela, é claro,
Viveu feliz para sempre
Está aí o que vocês queriam
Um lindo final de presente
O seu também chegará
Para mostrar seu sorriso contente.
 
(3ª colocada: Vanessa Manastella – 6ª série B)
 
RAPUNZEL
 
Rapunzel, bela jovem
De beleza natural
Foi trancada numa torre
Que pro príncipe foi fatal
Perdeu a visão do mundo
Foi como algo surreal
 
A bruxa descobriu
Um romance entre eles
Ela enfurecida
Jogou um feitiço neles
Nunca mais se veriam
Que tristeza para eles!
 
No meio do deserto
A princesa só cantava
E o príncipe perdido
Que apenas escutava
A princesa reconheceu
E com suas lágrimas o curava.
 
(4ªcolocada: Amanda Kaori Cavalcante – 6ª série C)
 
 
Não é mesmo uma maravilha de Concurso?!
 
 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Um dia você aprende...




DEPOIS de algum tempo você aprende a diferença, a sutil dife­rença entre dar a mão e acorrentar a alma. Aprende que não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Começa a aceitar suas derrotas com cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar ex­posto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se im­portam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la. Que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longa distância. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreender­mos que os amigos mudam... Aprende a perceber que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida, são tomadas de você muito depressa, por isso, sempre de­vemos tratar as pessoas que amamos com palavras amoro­sas. Pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas... nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que se pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa aonde já chegou, mas para onde está indo. Mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Com o tempo você aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão. E que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação. Sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes as pessoas que você espera que o chutem, quando você cai, são as pou­cas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiên­cia que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você já celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supõe. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens. Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode. Existem pessoas que nos amam, mas simples­mente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que jul­ga, você será um dia condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido. O mundo não pára para que você o conserte. Apren­de que o tempo não é algo que possa voltar atrás, portanto, plante seu jardim e decore a sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar. Que realmente é forte e que pode ir muito mais longe, depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor, que você tem valor diante da vida! Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

 
Texto atribuído a Willian Shakespeare.
In: ALBIGENOR, A e  MILITÃO, R. Histórias e fábulas aplicadas ao treinamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.

*Publicado a pedido de alunos das 8ªs séries, que compartilharam a leitura na aula.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

42°52'32" N, 1°49'57" L

Mais um conto de mistério lido e comentado pelos alunos do 7º ano (6ª série). Dessa vez, o texto escolhido é de Laura Bergallo, uma autora brasileira de literatura juvenil. O conto faz parte do livro Cibermistérios e outros horrores (Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2011 - Coleção Contos de Terror para Jovens).
 
 
 
 
 
 
 
 Em 'Cibermistérios e outros horrores', Laura Bergallo apresenta castelos mal-assombrados e mostra que perfis em redes sociais, fotos em câmeras digitais, livros em leitores eletrônicos ou até mesmo um aparelho de fax podem ter algo de sobrenatural e inexplicável. O livro, que faz parte da coleção 'Contos de Terror para Jovens', reúne sete histórias de mistério e assombro que poderiam acontecer com qualquer um que tenha contato com os gadgets tecnológicos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Numa história com um título intrigante,  42°52'32" N, 1°49'57" L, passado e presente se entrelaçam no romance de um jovem casal em lua de mel. E é um aparelho de GPS que vai guiá-los até seu destino.

Comentários:

Amanda Kaori (6ª C)

Legal, mas eu achei que poderia ter um final com muito mais suspense e ação (...)

Augusto Evangelista (6ª C)

Gostei, pois achei legal essa história falar não só da tecnologia, mas também da regressão. O suspense e o terror que para entender não pode deixar de prestar atenção mesmo nas partes mais simples como nas mais difíceis, como a coincidência dos dias.

Caroline Gabrielly (6ª A)

Conta que um casal se conhece no cursinho e decidem se casar. Vão para a lua de mel em Paris e compram um GPS. Gostei, pois gosto de contos de mistério e terror. Gostei também porque os aparelhos modernos de hoje podem ser bem assustadores. Gostei também do começo da história, que foi muito romântico.

Giovana (6ª B)

Eu gostei da história, é muito emocionante. (...) Uma história de amor daquele casal de jovens, a lua de mel...

Gustavo Fonseca (6ª B)

Logo no título, já me trouxe curiosidade e mistério. E é bem isso que eu senti ao ler o texto (curiosidade).

Isabella Melo (6ª B)

Gostei porque tem vários mistérios, porque também você não sabe o que pode acontecer mais para frente  do livro.

Laís Farias (6ª C)

Eu gostei do conto porque fala de tecnologia e sonhos. (...) O conto é muito interessante e deixa um certo mistério.

Suellen Cristine (6ª C)

Bem da hora a história (...) o clima, o casal, a tecnologia, cenas que nós imaginamos, bem conforme os adolescentes gostam.

Vanessa Manatella (6ª C)

É um conto de muito mistério. Logo pelo título a autora deixa o leitor com curiosidade de saber do que o conto trata.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

RESOLVENDO O MISTÉRIO DE UMA CARTA ROUBADA

 
Às vezes, só quando somos capazes de pensar de forma diferente dos demais é que conseguimos encontrar o que estamos procurando.
 
 
 

Qual seria a chave para resolver este mistério? Onde procurar um objeto que alguém escondeu para que ninguém o encontre? Por que os policiais muitas vezes não conseguem achar a resposta? Seus métodos de investigação são adequados? O que é melhor: pensar com a razão, como um matemático, ou com o coração, como um poeta?
A essência dessas questões vai se esclarecendo ao longo desta truculenta história sobre o roubo de uma carta. Intrigas políticas e alta sociedade, um ministro ladrão e um policial incansável... Mas, acima de tudo, o surpreendente personagem Chevalier Auguste Dupin, um investigador que sabe raciocinar com uma lógica diferente.

 
Entrando no clima de mistério, os alunos do 7º ano (6ª série) fizeram a leitura compartilhada do clássico conto A carta roubada, de Edgar Allan Poe, adaptado por Rosa Moya. O livro faz parte do acervo complementar recebido em 2012, contando com 20 exemplares. Em duplas, os alunos puderam acompanhar a leitura do texto e apreciar as ilustrações de Roger Olmos de perto. Além disso, conheceram o primeiro detetive de ficção, que inspirou Conan Doyle na criação de Sherlock Holmes: Chevalier Auguste Dupin.
 



 
Mas, será que essa história é realmente intrigante? Será que o texto prende a nossa atenção? Para resolver esse mistério, siga as pistas lendo abaixo comentários feitos por alguns leitores do 7º ano.
 
Ana Beatriz (6ª A)
“A Carta Roubada” é a história de uma carta sumida que coloca em jogo a honra de uma dama da elite. Um homem roubou essa carta com o propósito de chantagear a dama. O policial procurava a carta há muito tempo e não conseguiu encontrar até que o Sr. Dupin entra na história, encontra a carta e conta a seu amigo como funcionou seu raciocínio e como encontrou a carta roubada.
Caroline Gabrieli (6ª A)
Gostei muito do livro e do autor. Já conhecia algumas outras histórias dele. Achei muito misterioso e ao mesmo tempo curioso, pois achei que o mistério não seria resolvido. Eu já tinha assistido a alguns documentários sobre Edgar Allan Poe.
Geovana Caldas (6ª A)
Gostei muito desse livro, ele narra uma história muito legal e eu pude conhecer o autor. Também do que mais gostei foram as ilustrações que me chamaram muito a atenção. A cada página que abria, ficava de boca aberta! Eu achei interessante porque não é um terror assustador, é uma coisa mais misteriosa.
Giulia Cipriano (6ª A)
Esse livro é bem legal, é um livro bem pequeno, mas tem uma história misteriosa do desaparecimento de uma carta. Na verdade, a carta estava bem na frente do nariz do detetive, ele e seu parceiro rodam a cidade em busca da carta, procuram entender o porquê que a carta sumiu. É um livro bem escrito e fácil de se ler, com desenhos bem detalhados e esquisitos.
Giovanna Jacquelyne (6ª B)
Esse livro também é legal e dá um clima de suspense porque o policial vai investigar em tudo e não acha nada. Aí, o cara vai e acha em um lugar que ninguém imaginava estar.
 Grayce Kelly (6ª C)
 Eu achei uma história muito boa, com mistérios, dúvidas e raciocínio. Eu gostei mais da parte que a carta desaparece de cima da mesa e todos começam a investigar o sumiço dela.
Gustavo Fonseca (6ª B)
Achei muito legal o mistério, o jeito que eles resolvem o mistério, as imagens, as falas. Também achei legal porque eles te deixam curioso sobre o assunto da carta, porque não é revelado. Gostei de como eles mostram que ele escondeu a carta e gostei muito da criatividade do autor.
Rafael Gabrile (6ª B)
Essa história relata sobre mistérios, e eu adoro livros de mistério. Este fala sobre uma carta que tem um segredo. E este segredo é muito, muito importante. Ele não é revelado, isto deixa o leitor muito curioso e faz o leitor ficar pensando no que estava escrito naquela carta.
Para saber mais sobre Edgar Allan Poe, visite o blog Poe's Club, no endereço http://poesclub.blogspot.com.br/.


Depois de ler o conto, aproveite para comentar nesta postagem e deixar pistas para outros leitores.